CULTURA DE DJ - O Blog Magazine de Digital Djing

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A LINGUAGEM E OS TERMOS DO DJING
Recebi via mensagem na nossa página do Facebook do nosso leitor Márcio Pinto que pedia ajuda em relação aos termos técnicos do Djing que uso nas matérias do blog. Como acredito que não só o Márcio terá essas mesmas dúvidas, resolvi através desta matérias dar esse esclarecimento de forma a que todos possam compreender na totalidade todos os textos que escrevo. Os termos globais usados no universo do Djing são na sua maioria classificados como Inglesismo ou Anglicismo. O Inglesismo ou Anglicismo é o nome atribuído aos termos ou expressões da língua inglesa usados em outra língua (neste caso o Português). Tanto o português de Portugal como o do Brasil incorporam um número considerável de anglicismos. Alguns foram aportuguesados e outros permaneceram na sua grafia (escrita) original. Alguns exemplos no nosso dia-a-dia são o browser (navegador web), hit (sucesso), home theater (cinema em casa), mouse (periférico de computador / rato), etc. No Cultura de Dj uso vários desses termos por serem usados em termos global para designar prática, função ou algum objeto específico. Dessa forma a linguagem que uso nas matérias, incorpora precisamente termos que para quem está a entrar neste universo são ainda desconhecidos. Irei a seguir descrever o significado dos termos mais comuns que uso nas matérias e que remetem à língua inglesa.

TERMOS USADOS NO CULTURA DE DJ
  • GIG - No universo dos Dj's, Gig é o termo para descrever um show ou um trabalho de Dj;
  • SETUP - Usado para descrever a configuração de equipamentos que o Dj usa (computador, software, controlador, mixer, cdj, toca discos, etc);
  • LINE UP - O termo é usado para descrever a listagem de um determinado evento. O Line Up de um festival por exemplo é a lista de Dj's que irão tocar e muitas vezes a ordem de apresentação dos mesmos;
  • CDJ - É o termo usado para descrever um leitor de Cd no Djing;
  • DJING - É o termo usado para descrever a arte do Disc Jockey;
  • DISC JOCKEY - É o termo usado para descrever o profissional que anima eventos reproduzindo e misturando músicas. Pode igualmente ser usada a abreviatura "DJ";
  • DIGITAL DJING - É o termo usado para descrever o universo profissional dos DJ's que utilizam plataformas que recorrem a software e/ou controladores midi;
  • SCRATCH - É o termo usado para descrever a técnica de manipulação das músicas onde existe o avanço e o retrocesso com o auxílio da mão do deck e o cross fader provocando ruídos controlados com intuito de trazer maior dinâmica na mistura entre duas ou mais músicas. Usado na sua maioria em Hip Hop e Rap em Gira Discos (Vinyl);
  • SET - Esta é a palavra que descreve a performance Musical do DJ. É usado igualmente para descrever uma gravação de músicas misturadas entre si e sem interrupção entre as mesmas;
  • PERFORMER - Este é o termo usado para descrever o profissional que anima os eventos sejam eles em clubes, rádio, etc. O Dj neste caso é um "performer" ou seja um profissional que se apresenta e anima.
  • PERFORMANCE - É o termo usado para classificar a qualidade da atividade do profissional enquanto está em um trabalho. Uma boa "performance" significa que o Dj tocou com qualidade e soube ser profissional. Pode igualmente ser usado para descrever o comportamento correto e rápido de um equipamento ou software.
  • JOG WHEELS - Usado para descrever a peça circular incluída nos leitores de Cd e nos controladores midi que permite a manipulação da música tal como em um gira discos (Vinyl). A Jog Wheel permite fazer Scratch ou ainda navegar pela música;
  • PITCH - Controlo disponível na zona dos Decks para acelerar ou atrasar a velocidade da música;
  • PITCH FADER - É o botão físico que permite acelerar ou atrasar a velocidade da música;
  • DECK - É o termo utilizado para descrever os gira discos, leitores de cd ou então a região dos controladores de Dj dedicadas à manipulação das músicas;
  • LOOP - Este é o termo utilizado para descrever uma parte selecionada da música que se repete indefinidamente. Os Loops pré configurados trabalham por barras musicais que podem vir desde 32 barras até 1/32 barras;
  • FILTER - É o nome usado para descrever um processo de manipulação do áudio que elimina as frequência agudas ou graves conforme a movimentação do botão que controla o processo;
  • BPM - Este é a sigla utilizada para descrever as Batidas Por Minuto de uma música;
  • SAMPLE - Este é o termo utilizado para descrever uma parte de uma música ou um som que pode posteriormente ser repetido em modo "loop" para mistura em um set ou para produção musical;
  • DOWNLOAD - Designação para a transferência de ficheiros através da Internet;
  • CROSS FADER -  É o controlo disponível em mixers ou controladores midi que permite fazer transições entre duas músicas através da manipulação do volume que resulta em uma fusão mais agradável;
  • FADER - É o termo utilizado para designar os controlos dos equipamentos de Dj que por norma sobem e descem em uma linha vertical ou horizontal como é o caso do volume e do cross fader;
  • VJ - Video Jockey ou Dj que manipula vídeo;
  • BEAT - Batida ou marca do compasso da música;
  • KEY - O termo é utilizado para classificar o tom harmônico de uma música;
  • HEADPHONE -  É o termo utilizado para descrever auscultadores ou fones de ouvido;
  • CASE - É o termo utilizado para descrever uma caixa que protege e armazena os equipamentos;
  • FLIGHT CASE - É semelhante ao termo Case mas descreve caixas mais robustas criadas com o propósito para viagens que impliquem deslocações de avião;
  • TRACK - É o nome usado para descrever uma música;
  • PICKUP -  É o termo usado para descrever os equipamentos usados para a arte do Djing;
  • MIXER - É o equipamento do Dj que controla o volume, equalização e ligações de áudio;
CONCLUSÃO
Vários são os termos utilizados no Cultura de DJ que são retirados da língua inglesa para melhor compreensão dos leitores no sentido em que são termos utilizados universalmente. Desta forma acredito que se os leitores estiverem familiarizados com todos estes termos será mais fácil a pesquisa em sites internacionais ao mesmo tempo em que é possível a integração global com este universo. Espero que esta matéria tenha esclarecido as vossas dúvidas e caso exista algum outro termo que não tenha sido incluído nos deixe nos comentários que incluirei na matéria.

Ficou esclarecido em relação aos termos utilizados no Cultura de Dj?
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OPINIÃO: Qual é o Seu Setup? (Parte I)

Posted by pop On 11:34 AM


QUAL É O SEU SETUP? (PARTE I)
Há algum tempo atrás desafiamos os nossos leitores a nos enviarem fotos dos seus setup's de Dj. Recebemos várias mensagens e e-mail's com fotos que iremos hoje publicar e compartilhar com os nossos leitores. As fotos contam com a identificação do Dj da cidade/estado e do país. Alguns Dj's nos enviaram fotos em baixa resolução e solicitamos por isso o reenvio das mesmas. Iremos fazer várias partes desta matéria para que não fique demasiado extensa ao mesmo tempo em que continuaremos abertos a receber mais fotos. Para nos enviar as suas fotos nos envie um e-mail com o seu nome de Dj, sua Cidade/Estado e País. Não esqueça de nos enviar fotos com boa resolução e de preferência com orientação na horizontal para luistfashion@gmail.com. Tentamos fazer uma seleção das várias fotos que nos foram enviadas e serão publicadas as que mostram o setup de forma mais objetiva.

SETUP'S 















Obrigado a todos os que colaboraram no envio dos seus setup's de Digital Djing e não esqueça de nos enviar também o seu setup.

O que você achou dos setup's dos nossos leitores?
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LANÇAMENTO: Rane Sixty-Four

Posted by pop On 1:27 PM

MIXER RANE SIXTY-FOUR

RANE SIXTY-FOUR
O novo mixer da Rane o Sixt-Four, é o último produto a ser desvendado após a Serato ter anunciado o novo foco no desenvolvimento do seu software o Serato DJ. O Mixer conta com 4 canais e duas portas UBS permitindo que Djs possam fazer "back-to-back" sem esforço. Ele conta com vários efeitos integrados e suporta o Serato NoiseMap para Vinyl e Cd em conjunto com o Serato Dj. O hardware permite controlo de 30 funções no Serato Dj que incluem: biblioteca, cues, loops, SP-6, Sync, Slip Mode e muito mais. A qualidade esperada deverá acompanhar o padrão da marca. O preço estimado é de US$2750 (Dólares Americanos) com lançamento em Outubro. Conheça as principais características.

MIXER RANE SIXTY-FOUR

HARDWARE
Mixer de 4 Canais de padrão Clube;
2 Entradas Ubs;
Controlo para Serato Dj;
Áudio de 32bit a 48kHz;
Drivers Rane ASIO e Core Audio para Serato Dj;
Roteamento Midi e Áudio avançado;
Equalização de 3 bandas, e Filtro "Pre-Fader";
6 Efeitos FlexFX integrados "Post Fader"
2 Entradas independentes para Microfone com On/Off, Level, Pan, Tone e FlexFX para cada microfone; 

MIXER RANE SIXTY-FOUR

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Entradas Analógicas - 4 x RCA
Áudio Integrado 48kHz a 32bit
Entradas para Microfone - 2 x TRS/XLR
FlexFX Send - Jack 1/4
FlexFX Return - Jack 1/4
Saídas - Main 1 x XLR + Booth 1 x Jack 1/4
Peso: 7,26Kg

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LANÇAMENTO: Pioneer DJM-900SRT

Posted by pop On 1:28 PM

PIONEER DJM-900SRT SERATO

PIONEER DJM-900SRT
Após o notícia do fim do Serato Scratch Live como anunciamos na semana passada, e a informação da integração do DVS no Serato Dj, 3 novos produtos foram anunciados pela Serato. O primeiro é o aguardado mixer Pioneer DJM-900SRT. O mixer é o primeiro a contar com interface de áudio integrado da Serato. Isto significa que ele pode ser usado diretamente com o software sem a necessidade de hardware externo. Ele trás a função automática de controlo para Cd e Vinyl o que permite sem complicações configurar um setup DVS sem a necessidade de outros periféricos. O mixer estará disponível a partir de Outubro com preço indicativo de US$2.800 (Dólares Americanos) / 2.200 € (Euros).

SOUND COLOR FX
O DJM-900SRT oferece integração total dos populares Color FX, são 6 Sound Color Fx (Space, Dub Echo, Gate/Comp, Noise, Crush e Filter) e 13 Beat Effect (Delay, Echo, Spiral, Reverb, Trans, Filter, Flanger, Phaser, Robot, Melodic, Slip Roll, Roll e Rev Roll). O mixer conta ainda com um X-Pad que através de uma Touch Strip sensitiva oferece controlo de parâmetros dos efeitos de forma intuitiva.

PIONEER DJM-900SRT SERATO

ENTRADAS E SAÍDAS
O DJM-900SRT oferece a mesma qualidade de entradas de áudio do DJM-2000 Nexus. Um conversor A/D de 32bit melhora de forma digital a qualidade sonora para todas as saídas, enquanto o processador digital de sinal (DSP) de 32bit cancela qualquer ruído digital. Mesmo os sinais analógicos conseguem ver seus ruídos diminuídos, através da configuração híbrida dos amplificadores e circuítos de saída.

MAGVEL CROSS FADER
O crossfader do DJM-900SRT é indicado para uso severo que permite seu uso por mais de 10 milhões de vezes. O mecanismo do fader, é posicionado de um dos lados, ao invés de estar posicionado imediatamente abaixo da face superior, o que minimiza qualquer dano como pó, líquidos, etc. As capas dos faders (P-Lock), são robustas e impossíveis de sair durante a mixagem.

PIONEER DJM-900SRT SERATO

PRO DJ LINK
O DJM-900SRT conta ainda com conectividade através de cabo LAN a CDJs que suportem a função PRO DJ LINK para acesso remoto às informações de Bpm e Beatgrid do Recordbox, garantindo a sincronização dos efeitos. Mesmo que os Beat Fx estejam fora de sincronia, o PRO DJ LINK automaticamente sincronização os efeitos com a batida.

ESPECIFICAÇÕES

  • Software - Serato Dj
  • Canais - 4 Canais de áudio + 2 Canais para Microfone
  • Entradas - 4 x RCA (CD/Line), 2 x RCA (Phono), 4 x Coxial (Digital), 2 x Microfone (XLR e Jack 1/4)
  • Saídas - Master (1 x RCA + 1 x XLR), Booth (1 x Jack 1/4), Headphone (1 x Jack 1/4), Rec Out (1 x RCA), Digital Out (1 x Coxial)
  • Taxa de Amostra - 96 kHz
  • Conversor D/A - 32 bit
  • Conversor A/D - 24 bit
  • Frequência - 20 Hz ~ 20 kHz
  • S/N - 107 dB
  • Peso - 7.1 Kg

VÍDEO DE APRESENTAÇÃO

IMAGENS E VÍDEO CORTESIA DA PIONEER DJ

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REVIEW: Dj Tech Mixer One

Posted by pop On 3:26 PM

DJ TECH MIXER ONE

DJ TECH MIXER ONE
Desde 2012 que o mercado de controladores modulares começou a se afirmar de forma definitiva no universo do Digital Djing. Hoje, o Cultura de Dj trás o Review de um controlador que já está no mercado há algum tempo mas, que talvez mais do que nunca, seu uso ganhe novo significado neste segundo semestre de 2013. O tempo em que estivemos com o equipamento foi bastante curto o que não nos permitiu um review mais completo. De qualquer forma, acreditamos ser relevante mostrar aos leitores mais e mais opções, para que os equipamentos de cada setup sejam cada vez mais, de acordo com as necessidades do Dj. Conheça agora a opinião do Cultura de Dj acerca deste controlador modular.

LAYOUT
O Mixer One da Dj-Tech Pro lembra à primeira vista um Traktor Kontrol Z1 com perfil mais elevado e talvez mais tradicionalista. O Layout (Design) do equipamento não foge da realidade dos mixers comuns. Ele possui dois canais físicos, enquanto permite controlo de 4 canais virtuais. Encontramos equalização de 3 bandas e controlo de gain, controlo de curva do cross fader, controlo do master e cue (pré escuta). Na zona central, podemos encontrar lugar para os eq kill (pode rever a matéria sobre a Importância do Eq. Kill aqui), função essa que gostaríamos que mais controladores oferecessem diretamente no seu design. Encontramos ainda na região inferior, os botões para seleção de canal de pré escuta, os faders de volume de cada canal, indicadores de nível iluminados e o cross fader. Na zona superior, encontramos ainda o seletor de canal A/C e B/D com uma patilha de aço que relembra equipamentos mais antigos.

DJ TECH MIXER ONE

CONSTRUÇÃO
No que diz respeito a qualidade de construção do chassis e dos componentes, o Mixer One surpreende. O corpo do controlador é todo em metal e enquanto não é leve, trás a robustez e estabilidade que falta cada vez mais na indústria modular. Se formos a analisar de forma detalhada, o Mixer One tem a construção de um mixer comum enquanto oferece a funcionalidade de um controlador midi. Os botões rotativos são de qualidade e oferecem boa aderência. Os botões "push" da zona central, são mais rígidos mas a borracha é confortável e oferecem iluminação para melhor visibilidade em ambientes escuros.

CONECTIVIDADE
No setor conectividade, temos pouco a destacar. Na traseira do equipamento, encontramos entrada DC para alimentação externa, botão seletor que nos permite alternar entre alimentação externa e alimentação por usb, a saída midi por usb e um hub de 2 entradas para conexão de outros controladores. É relevante referir, que o interface áudio integrado, consegue uma saída mais forte quando conectado à fonte de alimentação externa. Se o Dj usa apenas o Mixer One, pode usar a alimentação usb bastando mudar a posição do botão seletor. Todos os leds funcionam com a alimentação apenas por usb mas, no caso de usar as entradas do hub, torna-se necessário o uso da alimentação externa.

QUALIDADE SONORA
A interface de áudio integrada não desanima, oferece volume suficiente para grandes sistema PA sem comprometer a qualidade ou potência sonora. Sentimos de forma clara um som mais robusto quando o equipamento estava ligado com alimentação externa.

DJ TECH MIXER ONE

COMPATIBILIDADE
O Mixer One é compatível com qualquer software que permita mapeamento midi. Testamos com o Traktor Pro e a configuração foi super simples bastando baixar o ficheiro .tsi do site do fabricante. Existe também a possibilidade dele ser mapeado para qualquer tipo de funcionalidade que o dj desejar. A compatibilidade em termos de sistema operativo também não desaponta. Ele é compatível com Windows, Mac e Linux.

SETUP
Pudemos testar o Mixer One com um Traktor Kontrol X1 (Pode conferir as novidades do Traktor Kontrol X1 Mk2 aqui) e um Traktor Kontrol F1 conectados ao hub do Mixer One e o setup não apresentou qualquer problema. Todos os controladores funcionaram como esperada oferecendo controlo total sobre o Traktor Pro 2.

CONCLUSÃO
Com preço de US$169 (Dólares Americanos) ,e depois de mais de 2 anos no mercado, o Mixer One continua sendo uma excelente opção para quem gosta de outros módulos semelhantes mas, que sente falta da robustez e construção tradicional de um bom mixer em metal. A altura do Mixer One dispensa o uso de acessórios de elevação o que é também um benefício. Para aquilo que se propõe, o mixer one mostrou-se capaz e surpreendeu. Acreditamos que conseguirá encontrar o equipamento no Brasil através do seu distribuidor apenas por encomenda, pois pela pesquisa que realizamos não encontramos unidades para venda no país. Pelo seu preço competitivo para aquilo que oferece, existem várias outras opções se desejar a compra, basta pesquisar que rapidamente encontra. Com todos estes atributos ,o Mixer One nos pareceu uma opção ideal para um Dj com setup modular e, que não está preso ao "peso das marcas". A DJ-Tech tem alguns dos melhores mixers para Scratch do mercado mas, no Brasil, ainda não tem seu nome devidamente consolidado o que é uma pena.

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LANÇAMENTO: Reloop RMX-80 Digital

Posted by pop On 4:37 PM

RELOOP RMX-80

RELOOP RMX-80 DIGITAL
Entre a comunidade dos Digital Djs um pouco por todo o mundo, muitos são os que usam DVS (Digital Vinyl Systems) onde apesar de usarem um software, os gira discos / cdjs e o mixer não desapareceram da cabine. A pensar nesse público, a Reloop lança agora o mixer RMX-80 Digital que pretende bater frente-a-frente com o famoso DJM 800 da Pioneer. Conheça agora este novo produto da Reloop.

RELOOP RMX-80

MIXER PROFISSIONAL
O RMX-80 Digital é focados no Djing profissional e de alguma forma adequado também como peça central em qualquer cabine de clube. Totalmente digital, este mixer oferece um layout intuitivo e familiar a qualquer Dj. Ele conta com 4+1 canais, capacidade de aceitar 9 fontes de áudio, 2 entradas de microfone, unidade de efeitos digital e crossfader assinalável. Além disso oferece equalização precisa e dois contadores com detecção de tempo.

RELOOP RMX-80

INOVAÇÕES
É nos efeitos que o RMX-80 Digital encontra uma das maiores inovações, são 13 novos efeitos de alta qualidade (flanger, delay, echo, reverb, transformer, pitch shift, loop roll, reverse loop, noise, bitcrusher, gate, tape delay, send/return). Eles podem ser modulados com feedback visual na tela do mixer. Os controlos de efeitos podem ainda servir para ativar loops, controlar pitch e tempo. O Lcd maior mostra as informações relevantes durante os sets. Encontramos ainda um Hub USB que permite alimentar controladores externos ou interface de áudio.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
  • Entradas: 7 Line, 2 Phono, 2 Microfone e Retorno;
  • Saídas: Master x 1 XLR, Master RCA, Rec, Booth e Send;
  • Frequência: 20 Hz ~ 20 kHz
  • Dimensões: 320 x 107.5 x 382.4 mm
  • Peso: 6.9 Kg
PREÇO ESTIMADO*: 
750€ / R$2500 / US$1000

*O Preço estimado no Brasil foi calculado meramente com base em câmbio direto, sabemos no entanto que ao chegar ao mercado nacional o valor será sem dúvida superior.

IMAGENS CORTESIA DA RELOOP

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OPINIÃO: A Importância do EQ Kill

Posted by pop On 2:05 PM


A IMPORTÂNCIA DO EQ KILL
Desde que em 2008 entrei na era do Digital Djing, uma das técnicas que sempre me agradou na mixagem sempre foi fazer transições com auxílio da equalização. Os mixers na sua maioria trazem 3 bandas de equalização: Agudos, Médios e Graves. Dominar a arte do Djing através desta técnica é para mim um pilar para sets estruturados e sem grandes loucuras sonoras em termos de transições entre músicas. Os softwares de Digital Djing trazem além do equalizador comum uma função pouco explorada no passado e que cada vez mais tem sentido relevar: o EQ Kill. A função "Kill" (uma por frequência) é um excelente auxiliar e que depois de usar a primeira vez, raramente deixaremos de usar. 

EQUALIZAÇÃO
Todas as músicas possuem uma ampla faixa de frequências sonoras que em conjunto formam a harmonia musical. No Djing elas são basicamente separadas em 3 grupos: os Agudos, os Médios e os Graves. Existem ainda alguns fabricantes que possuem divisão em 4 grupos: os Agudos, os Médios Agudos, os Médios Graves e os Graves (A Allen & Heath é uma delas). Cada um dos grupos de frequências agrupa um conjunto sonoro que facilmente o DJ pode controlar. A primeira frequência dos agudos possui timbres mais estridentes onde normalmente encontramos os metais (Pratos), alguma precursão, instrumentos de sopro e uma porção dos vocais. Nos médios encontramos maioritariamente a componente instrumental, os sintetizadores, os vocais, guitarras, precursão e todos os elementos que completam a profundidade sonora. Na frequência de graves encontramos os elementos básicos da música eletrônica, a linha do baixo e a batida. É claro que vários elementos não ficam apenas em uma só frequência e acabam por se "infiltrar" nas outras bandas. No entanto conhecendo bem os elementos de cada música é possível controlar de forma profissional os nossos sets.


EQ KILL
Uma das primeiras técnicas que os Djs aprendem é a de "fundir" duas músicas entre si por meio da equalização. Esta é digamos, uma das técnicas base para qualquer Dj de qualquer estilo. O que o software veio relevar foi a capacidade de cortar cada uma dessas frequências apenas com um botão sem a necessidade de estar a fazer movimentos rápidos coordenados com os botões do mixer. O Botão "EQ Kill" é sem dúvida uma mais valia para qualquer Dj. O curioso no entanto é que 90% dos controladores midi não trazem um botão dedicado (no caso 3 - 1 por banda) na zona do mixer, mesmo que qualquer software conte com essa funcionalidade. Dos recentes lançamentos apenas podemos destacar o controlador Behringer CMD Studio 4A que trás botões dedicados. A Hercules DJ é outro dos fabricantes que oferece esses mesmos botões em seus controladores midi. Embora seja possível mapear essa função conforme a necessidade do Dj, seria extremamente positivo que os fabricantes de controladores de Dj incluíssem esses mesmos botões dedicados no hardware, sem a necessidade de mapeamento. Um pouco por toda a blogosfera e fóruns os usuários vêm solicitando os botões dedicados há vários anos na linha profissional e não compreendemos como os fabricantes não relevam este pedido.


TÉCNICA
Apesar de ser um recurso extremamente essencial para qualquer Dj, existem alguns erros que devem ser evitados a todo o custo. Dentro dos softwares de Djing encontramos agora a possibilidade de analisar as "Keys" ou Tom Harmônico. As Keys permitem que identifiquemos a escala musical que está sendo usada na música e dessa forma podemos mixar de forma mais equilibrada e evitar os "choques sonoros". O gráfico que vemos em cima chama-se "Camelot Wheel" e é uma representação gráfica que nos permite obter orientação para mixar por tom ou timbre. Para transições suaves, devemos observar a posição da "key" da nossa música e para que tudo possa estar em sintonia devemos usar a nova música que iremos mixar nas seguintes alternativas: mesma Key, mesmo Tom (com variação "major" ou "minor") ou andar 1 casa para a direita ou para a esquerda. Dessa forma existirá uma harmonia musical ajustada sem que exista um choque sonoro. Sobre esta técnica de mixagem irei elaborar um tutorial que publicaremos em breve. A referência às Keys não é por acaso quando falamos de equalização. Quando usamos duas músicas no mesmo tom harmônico podemos usar elementos de uma na transição com a outra. Podemos usar por exemplo a batida e baixo da música do deck A enquanto usamos apenas os agudos e médios do Deck B e assim sucessivamente. O que isto nos permite é ir retirando aos poucos os elementos da música que está terminando até que a nova música esteja tocando a 100%. Isto permite transições perfeitas e que serão apreciadas pelo público.

Você usa o Eq Kill como ferramenta de mixagem?
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OPINIÃO: O Custo de ser Dj no Brasil

Posted by pop On 3:32 PM

Ser Dj no Brasil

O CUSTO DE SER DJ NO BRASIL
Há algum tempo que preparamos esta matéria de opinião e, num momento em que o brasileiro está saindo às ruas exigindo melhorias no país visando mais qualidade de vida, acreditamos ser o momento oportuno para esta reflexão. Enquanto sabemos que se trata apenas de uma matéria de opinião e que dificilmente terá resultados práticos na vida do Dj no Brasil, sabemos que é importante existir total transparência com os nossos leitores que esperam do Cultura de Dj matérias sinceras e pertinentes.

SER DJ NO BRASIL
Uma das "reclamações" que mais ouvimos dos nossos leitores, se refere à dificuldade em ser Dj no Brasil unicamente pelo fator Custo da profissão ou hobbie. Todo e qualquer equipamento usado no Djing encontra no país uma enorme diferença de preço quando comparado com a maioria de países do globo. Alguns leitores que são Digital Djs alegam que seus equipamentos são apenas medianos e ideais para usuários intermediários porque o preço de equipamentos dessa gama aqui é equiparado aos equipamentos "top" em outros países. Sendo assim, muitos usuários não têm outra solução senão a de usar equipamentos inferiores ao seu nível técnico ou então investir em viagens ao exterior onde assumem o risco de posteriormente não ter assistência nem garantia em território brasileiro. Outros profissionais mais tradicionais sentem dificuldades por exemplo na compra de vinil pois na sua maioria apenas existe a opção de importação o que faz disparar o orçamento mensal.

O custo de ser Dj no Brasil

O CUSTO
Achamos relevante citar uma matéria da "DJ BAN" que apesar de não ser recente, explica de forma simples a composição dos preços dos equipamentos de Dj no País. Vamos supor que estamos importando mercadoria da China (onde a maioria dos equipamentos são fabricados) em conjunto, ou seja, encomendamos um controlador, uma interface de áudio, um par de headphones e uma case. Vamos imaginar que o custo no produtor seria de US$2.600,00 (Dois Mil e Seiscentos Dólares) ou R$5.600,00 (Cinco Mil e Seiscentos Reais) aproximadamente. Segue um cálculo baseado na matéria:

PRODUTO:
Preço dos Produtos no produtor: US$ 2.600
Frete Marítimo: US$ 250,0
Seguro: 0,5%
VALOR CIF: US$ 2.870,00

IMPOSTOS:
I.I. (20%) - US$ 600,00
IPI (15%) - US$ 550,00
ICMS (18%) - US$ 950,00
PIS (1,65%) - US$ 100,00
COFINS (7,6%) - US$ 500,00
SISCOMEX - US$ 20,00
ARMAZENAGEM - US$ 100,00
DESPACHO - US$ 300,00
TRANSPORTE - US$ 100,00

RESUMO:
CUSTO DA MERCADORIA - US$ 2.600,00
CUSTO DE FRETE INTERNACIONAL - US$ 250,00
IMPOSTO E TAXAS - US$ 2720,00
CUSTOS LOCAIS - US$ 500,00
TOTAL: US$ 6.070,00 - R$13.190,00 (Aproximadamente)

REFLEXÃO
O cálculo acima descrito, é de importação direta. Se formos a considerar que compramos o produto de uma loja nacional que faz a importação de forma oficializada, temos que considerar uma outra série de fatores que entram no custo de operação das empresas, nos custos com funcionários, marketing, desenvolvimento, etc. Claro que o que isso significa é que as leis de protecionismo do país são cruéis para os Dj's no Brasil. Compreendemos que se tornaria legítima esta carga tributária apenas e só se existissem produtos semelhantes de fabricação nacional, o que como bem sabem não acontece. Não existem indústrias no Brasil dedicadas ao Digital Djing e mesmo assim não existe qualquer benefício mesmo que agora a profissão tenha sido finalmente regulamentada.

OS IMPORTADORES
Ao longo dos últimos meses, e em virtude das nossas comunicações com os importadores oficiais das principais marcas de equipamentos de Digital Djing, uma das maiores queixas dos mesmos foi precisamente de que as empresas estavam de mãos atadas. Em primeiro lugar sempre que sai um produto novo mundialmente ele demora cerca de 4 a 6 meses até que seja possível fazer a sua introdução no mercado brasileiro pela burocracia envolvida no processo. Em relação aos custos, se existe quase uma triplicação do preço ao chegar ao importador, não existe possibilidade de oferecer preços equiparados com o resto do mundo pela forte carga tributária sobre os produtos. Muitos nos referiram que não conseguem ter a capacidade para terem campanhas de marketing eficientes e promoção dos melhores produtos exatamente porque os melhores produtos chegam cá a preços fora da realidade e, com isso, o mercado paralelo (Importação direta) e mercado negro (Importação ilegal) ganhou força e prejudicou as marcas no Brasil. Uma das principais afirmações que ouvimos, diz respeito à rede de assistência técnicas dos vários fabricantes, que fique claro que se o consumidor não comprar o produto via importador ou distribuidor oficial no país, a garantia e assistência não é válida no Brasil.

O custo de ser Dj no Brasil

A SOLUÇÃO
Pois bem, se o Cultura de Dj soubesse qual a solução com certeza estaríamos passando aos nossos leitores mas a questão não é simples de resolver. Existe a possibilidade de trazer os equipamentos do exterior, enquanto corremos o risco no caso de existir avaria (pois não teremos qualquer auxílio na rede de autorizadas), ou então temos a consciência de que temos de ter um custo elevado de equipamentos enquanto usufruímos de todos os benefícios quer da garantia quer da rede de autorizadas nacional. Fica claro que qualquer uma das opções tem seus prós e contras e que deve ser alvo de reflexão por parte do DJ. Outro alerta que deixamos se prende com produtos a preço semelhante ao do exterior em redes de vendas como o mercado livre. Tenham consciência de que existe um mercado paralelo de réplicas dos produtos com maior fluxo de vendas, caso disso são os produtos em geral da Pioneer DJ, da Native Instruments e até da Denon. É comum vermos equipamentos "semelhantes" mas que podem representar uma grande dor de cabeça após a compra. Não vamos dizer que não existem oportunidades no Mercado Livre. Queremos é deixar claro que é necessário saber de quem estamos comprando. Lembre-se que muitas vezes o próprio vendedor não sabe que está vendendo um produto "réplica" pois está fazendo importação direta da china para você. Sendo assim todo o cuidado é pouco.

CONCLUSÃO
Segundo o que pesquisamos, existe um projeto de lei que prevê que profissionais com a carteira de Dj ou Músico terão a isenção do ICMS (18%), mas como todo o projeto, não existe garantia nem certezas de que será aprovado, e se for não é sabida a data do início da sua aplicação prática. Existe a necessidade de termos consciência de que os fabricantes, importadores e as próprias lojas não podem fazer muito mais. O chamado "Preço Brasil" é sem dúvida um impeditivo para que os profissionais tenham acesso a bons equipamentos a preços justos. O que não compreendemos, é como é possível taxar de forma severa equipamentos que não possuem equivalência nacional (produção nacional). Dessa forma acabamos vendo vedado o acesso à mais recente tecnologia no Djing pela questão do custo, o que é uma pena.

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Pioneer DJM2000 Nexus

FIRMWARE PIONEER DJM2000 / NEXUS
Para todos os usuários dos mixers Pioneer DJM2000 e DJM2000 - Nexus que se queixavam de ouvir um zumbido quando alteravam a taxa de amostragem nos softwares de Djing, enquanto usavam a interface áudio integrada dos mixers, a Pioneer informou hoje que o problema foi resolvido. Para que possa reparar esse "bug" basta fazer a atualização do firmware para a versão 3.19.

Pode transferir o novo firmware para seu mixer nos links abaixo:

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Traktor DJ

USANDO O TRAKTOR DJ COM UM MIXER EXTERNO
Há alguns dias fomos abordados pelo leitor do Cultura de Dj DJ Jefferson Celestino (Brasil) que nos questionou sobre a possibilidade de utilizar o aplicativo da Native Instruments Traktor Dj (iPhone e iPad) com um mixer externo. Para todos os usuários com a mesma dúvida seguem aqui as instruções de como configurar o programa e quais os acessórios necessários. Convém informar que esta funcionalidade está funcionando de forma completa a partir da versão 1.1.0, caso não possua a versão atualize o aplicativo antes de prosseguir. O que esta função lhe permite é usar uma saída como master enquanto lhe habilita a pré escuta do app.

O QUE IREMOS PRECISAR - OPÇÃO 1
Para podermos fazer a conexão de forma completa iremos precisar antes de mais de 2 cabos:

Traktor Dj

1 Cabo Duplicador P2
Este cabo será conectado como conector "macho" no iPad ou iPhone na saída de áudio, enquanto deixamos na outra extremidade os dois conectores "fêmea".

Traktor Dj

1 Cabo P2 - RCA
Este cabo será conectado a uma das saídas fêmea do cabo duplicador. Posteriormente a extremidade RCA deverá ser ligada a um dos canais do mixer.

O QUE IREMOS PRECISAR - OPÇÃO 2 
Esta é talvez a opção mais cara e que muitos vão evitar. Para este tipo de conexão iremos precisar do kit de ligação de câmera oficial da Apple e dos interfaces de áudio da Native Instruments Traktor Audio 6 ou Traktor Audio 10 com o mais recente firmware (juntamente com o cabo usb fornecido). Segue em baixo um diagrama do esquema de ligação nesta opção.

Traktor Dj

CONFIGURANDO O TRAKTOR DJ - OPÇÃO 1
No aplicativo selecione o ícone de áudio e ative a função "Split Cue". Uma das saídas será o seu master e a outra a sua pré escuta. Conecte o cabo com saída RCA a um canal do mixer. A fêmea P2 será a sua entrada para pré escuta e será onde deve ligar os seus headphones. O Canal Master poderá agora usufruir de todas as funcionalidades do seu mixer como equalizador, efeitos, etc. Preferencialmente devemos usar mixer com interface de áudio integrado para melhor performance.

CONFIGURANDO O TRAKTOR DJ - OPÇÃO 2
Nas preferências acesse o menu "Audio Setup"  e selecione "External Mixer Mode" e atribua um dos decks um output diferente, por defeito devemos usar para o Master Output os canais 3/4 e para o Monitor Output os Canais 1/2 . No caso de usar um dos interfaces de áudio da Native Instruments poderá consultar a configuração aqui. Agora basta conectar as saídas do interface de áudio diretamente a um dos canais do mixer e fazer a pré-escuta diretamente na saída para headphone do Audio 6 ou Audio 10.

CONCLUSÃO
É possível sim usar o Traktor DJ como o seu companheiro na cabine. Para tirar proveito do aplicativo de forma mais profissional, aconselhamos a optar pela opção 2 que é sem dúvida a recomendada. Existem ainda outras possibilidades de configuração mas que de alguma forma tornam-se menos práticas. As duas opções referidas além de serem as mais intuitivas, serão concerteza as mais usadas. Convém acrescentar que a tela do seu iPad ou iPhone continuará a ser o seu "controlador midi" para o app e que apenas a saída master irá sofrer algum tipo de modificação com as funções do próprio mixer.

Fica aqui o vídeo de apresentação do aplicativo onde mostra Ritchie Hawtin usando a opção 2 deste tutorial.


E você como usa o seu Traktor DJ?
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LANÇAMENTO: Pioneer DJM-T1

Posted by pop On 3:24 PM

Mixer Pioneer DJM-T1

PIONEER DJM-T1
A Musikmesse já trouxe várias novidades e uma das mais aguardadas por quem não abdica dos CDJ's foi o Mixer DJM-T1. Com lançamento previsto para Julho de 2011, este mixer / controlador midi terá um preço anunciado de 1.499€.

O DJM-T1 é uma solução completa: mixer analógico, controlador midi e interface áudio tudo em uma unidade. Trás o Traktor Scratch Duo 2, juntamente com timecode CD e Vinil, para os usuários de DVS. Basta ligar os seus CDJ's ou Toca discos ao mixer e o Traktor faz o resto. Como seria de esperar, o layout do mixer acompanha a mais recente tendência de controlo de efeitos, loops e hot cues no Traktor, função que até agora exigia um controlador extra como o Traktor Kontrol X1. Bem, agora a Pioneer mostra que finalmente assumiu o Digital Djing como o futuro da marca! 

Em termos de placa de som ela é semelhante à encontrada no DJM-2000 e no DJM-900. O som é poderoso e suficiente para levar ao pico qualquer PA de clube. Além de tudo os faders possuem agora durabilidade estendida e resistência superior. 
Mixer Pioneer DJM-T1

LAYOUT
O DJM-T1 não é apenas um mixer...ele é um controlador midi desenvolvido para o Traktor Scratch Duo 2. Os profissionais terão acesso imediato ao decks de samples em cada deck permitindo assim usar loops ou samples para criatividade ilimitada. As funções como browsing, jump, play e rewind também operam directamente a partir do mixer. Os controlos para Efeitos, Loops, Hot Cues e Samples são um espelho do software.

EFEITOS
6 dos efeitos mais populares do TRAKTOR (Reverb, Delay, Flanger, Filter, Beatmasher e Gater) e 1 filtro por deck completam o "armamento" deste poderoso kit. Além disso o controlo dos níveis de saída "Lfo Control", alterar os intervalos batida por batida para controlo preciso.

Mixer Pioneer DJM-T1

OUTRAS FUNÇÕES
- Entrada para Microfone e Auxiliar localizadas na frente da unidade;
- Selector de entradas múltiplas para alternar rápidamente entre CD/PHONO/USB;
- Botões rotativos emborrachados nas funções: Isolator/Efeitos/Loops para maior controlo;
- Sinal de saída MIDI para controlo de equipamentos externos via Fader/Isolator;
- Isolador de 3 bandas incluído, permite controlo desde +6dB até -∞dB para Hi/Mid/Low de forma individual;


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